sua buceta era uma guilhotina e

ela subiu na mesinha da cozinha e abriu as pernas
e eu entrei dentro dela esticando meus pés para alcançar a altura certa
com suas mãos moendo minha nuca e costas.
durante o coito, ela imaginou que se conseguisse despertar a mesma vontade em seu ex-marido, talvez ainda hoje estivesse feliz.
já eu divagava sobre a resistência curda e em rock de rádio para não gozar – e também no meu egoísmo ao não ajudá-la a recolocar as roupas.

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